Questão de Opinião: Cidades de Papel x A Culpa é das Estrelas

Seguindo com a série Questão de Opinião, escolhi dois livros que marcaram bastante minha adolescência e que reli (um deles) quantas vezes foram possíveis, mas que – atualmente – estão guardados no fundo do meu armário, esquecidos em meio às outras obras. São livros que foram adaptados para o cinema, o que faz com que tenham histórias interessantes, certo? Talvez não.

Cidades de Papel – John Green

Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

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Opinião: é um livro curto, mas também maçante. A personalidade dos personagens – ou a falta dela – fez com que eu não me entusiasmasse por eles, o que é um caso raro. Além disso, as pistas achadas por Quentin não apresentam nexo e a busca incessante por Margo resulta em desilusão. Desse modo, não é um livro que ocupa boa categoria na minha ficha mental de leituras.

A Culpa é Das Estrelas – John Green

Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

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Opinião: é um livro marcante e também emocionante. Diferente dos romances convencionais, cuja história foca em um príncipe e uma princesa, esse livro apresenta personagens reais e cheios de cicatrizes – físicas ou não. Além disso, é uma das poucas obras que conseguiram fazer com que eu chorasse (rios, como dizem) e que mesmo assim eu quisesse relê-lo.

Qual dos dois livros é o melhor (de acordo com a MINHA opinião)? A Culpa é das Estrelas!

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